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Se você ainda não entende muito do assunto, seguindo essas dicas simples você garantirá que a sua orquídea fique linda e sempre com uma aparência viva e pro fim aprenderá como cuidar de orquídeas! O principal é escolher bem onde deixar e regar corretamente. Vamos lá:

LuminosidadeRegas: Evite o excesso de água. Mais orquídeas morrem por serem molhadas demais do que de menos! Se suas raízes ficarem “afogadas”, elas ficarão sem oxigênio e os fungos as destruirão. Uma boa frequência de regas costuma ser de 2 a 3 vezes por semana, mas isso vai depender da época do ano. Para ter certeza, é sempre recomendável enfiar o dedo no substrato e sentir a umidade. Só molhe quando o substrato já estiver seco. Quando for regar, molhe até a água começar a escorrer por baixo do vaso. Ah, e não regue pelo pratinho. Além de proliferar o mosquito da dengue, a sua orquídea ficará afogada.
Luminosidade: Não deixe o vaso em um local escuro, pois a orquídea ficará com folhas escuras, que depois clarearão, até morrer. Também não deixe o vaso em um local com muito sol direto, pois as folhas poderão queimar ou ficar amareladas. Os melhores lugares são aqueles com boa iluminação natural difusa, ou em locais com o sol da manhã (por algum motivo o efeito não é o mesmo com o sol da tarde). O local perfeito é sem dúvidas debaixo de uma árvore, habitat natural da maioria das orquídeas.
Vaso: Prefira os vasos de barro. Estes vasos são mais porosos, e mantém melhor a umidade. Normalmente as orquídeas compradas em mercados vêm em vasos plásticos devido ao menor custo e mais facilidade de transporte, mas nada impede que você às mude de vaso.
Adubos: O esfagno (musgo), a casca de pinus, a fibra de coco, ou mesmo o extinto xaxim, liberam nutrientes aos poucos para as raízes da orquídea. Mesmo assim, um complemento é sempre desejável. Procure adubos específicos para orquídeas nos supermercados ou centros de jardinagem. Existem tanto os que podem ser pulverizados nas folhas quanto os que são aplicados no vaso na forma mineral ou orgânica, mas obedeça a dose recomendada pelo fabricante do adubo. Exagerar no adubo mata a sua orquídea por excesso de sais.
Pragas: São poucas as pragas e doenças que atacam orquídeas. O que costuma incomodar mais são as cochonilhas e pulgões, que são pequenos insetos que sugam os nutrientes das folhas. Para os pulgões, você pode borrifar uma mistura de água e detergente de louça, ou mesmo pequenas doses de inseticidas de base água. Já as cochonilhas precisam ser removidas manualmente, raspadas com uma escova de cerdas macias debaixo d’água.
Cochonilhas em folhas de orquídeas.
Cochonilhas em folhas de orquídeas. Remova com uma escova de dentes debaixo da torneira.
Renovando o vaso: Se o vaso estiver cheio, a planta estiver muito ramificada, e as raízes estiverem saindo demais pra fora do vaso, você deverá trocar para um vaso maior ou fazer a divisão da planta. Muitas orquídeas crescem com as raízes pra fora sem que estejam com falta de espaço, por isso, não confunda. Um dos melhores critérios é trocarmos o vaso quando o substrato já não estiver mais absorvendo a água das regas.
Se mesmo seguindo essas dicas a sua orquídea não floresce, leia o artigo “O que fazer com orquídeas sem flores“.