Como cuidar de uma orquídea que esta morrendo?

Como cuidar de uma orquídea que esta morrendo?

Sua orquídea está ficando amarela? Você desconfia que ela vai morrer? Então muita calma pois tudo tem salvação! Neste artigo eu vou te ensinar a cuidar dela e fazê-la voltar ao normal.

Antes de saber como recuperar a saúde da planta, nós precisamos saber quais são os principais motivos que fazem a sua orquídea morrer:

Exposição direta à luz

A exposição direta à luz solar causa queimaduras nas folhas da maioria das orquídeas. A condição de iluminação mais recomendada é a de 50 a 70% de sombra, que é obtida ao cultivar as orquídeas sob árvores, telados ou ripados. Varandas ou áreas de serviço de apartamentos também são bons locais, mas é preciso cuidado, nesses casos, para que as orquídeas recebam o sol da manhã.

Alguns especialistas afirmam que em apartamentos, os melhores lugares para as orquídeas são atrás da janela do banheiro ou um terraço envidraçado, onde há luz filtrada. Para saber se as condições de iluminação estão adequadas, é só observar a planta: folhas amareladas indicam excesso de luz; já as folhas estreitas, longas e de cor verde bem escura indicam iluminação deficiente.

Plantas como Vanda, Dendrobium, Cymbidium e várias espécies de Oncidium suportam luminosidade mais intensa, enquanto que Phalaenopsis, Miltonia, Laelia e Pumilan preferem baixa luminosidade.

Trocar de vaso

Mover a sua plantinha tristonha para um novo vaso pode fazer uma grande diferença. O principal é escolher um vaso maior do que o anterior, com cerca de 3 centímetros a mais na largura. Isso pode ser suficiente para fazer as raízes crescerem mais fortes.

Você está regando as plantas no horário mais quente do dia

Ao fazer isso, a planta sofre um choque térmico. O melhor horário para aguar o jardim é pela manhã, quando o sol ainda está ameno.

Cuidado com o Substrato

É a base onde as raízes vão se fixar. Apenas orquídeas terrestres a exemplo das espécies “rabo-de-tatu” e “palmeirinha” admitem areia como substrato. Para outras espécies, use casca de pinus, fibra de coco, carvão, brita, caroços da siriguela ousphagnum (tipo de musgo). Oideal é misturar três substratos: casca de pinus, sphagnume brita; ou carvão, fibra de coco e brita, por exemplo.

Adubação

A fórmula NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) deve ser aplicada a cada duas semanas, na proporção de 1 colher (café) por litro de água, durante a primavera e o verão. A adubação pode ser suspensa nos meses do outono e inverno. Uma boa opção de adubação orgânica é a torta de mamona (1 colher de sobremesa por vaso), que pode ser fornecida uma vez ao ano, depois que o sistema radicular estiver bem desenvolvido.

Limpeza

Orquidários precisam estar sempre limpos. Retire folhas pretas, queimadas, tanto as que estão na planta como as que caíram. Isso evitará a contaminação por fungos.

Crie o efeito de uma estufa

Algumas espécies podem precisar de um ambiente mais úmido, como uma estufa. Para criar esse efeito individualmente na sua plantinha você pode colocá-la dentro de um saco plástico (sem apertá-la, claro). Mantenha assim por 4 ou 5 dias e veja se ela reage.

Você não considera a época do ano na frequência de regas

No inverno, como a evaporação da água na terra é menor, a quantidade de regas deve ser reduzida. No verão, o contrário. Para saber se a terra está seca, finque o dedo. Olhar apenas a superfície é arriscado.

Você não realiza as podas necessárias

A poda controla o porte e a forma das plantas. Galhos quebrados ou doentes devem ser retirados para dar vigor e melhorar o acesso de luz e ar à copa da planta. Ao cortar os galhos logo acima de uma gema –pequeno nó–, um novo ramo irá nascer. Caso deseje eliminar o galho todo, corte-o rente ao caule ou ao ramo maior. Folhas e flores secas também precisam ser retiradas, pois propiciam o surgimento de fungos.

Com estes cuidados a sua plantinha voltará ao normal e mais bela do que nunca!

Sintomas da Menopausa Precoce

Sintomas da Menopausa Precoce

Menopausa é o período fisiológico após a última menstruação espontânea da mulher. Nesse espaço de tempo estão sendo encerrados os ciclos menstruais e ovulatórios. O início da menopausa só pode ser considerado após um ano do último fluxo menstrual, uma vez que, durante esse intervalo, a mulher ainda pode, ocasionalmente, menstruar.

Esse tempo de transição que antecede a menopausa é chamado de climatério. Ele representa a passagem da fase reprodutiva da mulher para a não reprodutiva. O organismo deixa de produzir, de forma lenta e gradativa, os hormônios estrogênio e progesterona.

A menopausa é mais um estágio na vida da mulher. Nesse período ocorrem transformações no organismo feminino, que aumentam a possibilidade de aparecimento e agravamento de doenças.

Não há uma idade exata para a menopausa: ela varia de mulher para mulher. Em média, ocorre entre os 45 e 55 anos. Pode acontecer antes dessa fase, de forma espontânea ou cirúrgica – a chamada menopausa precoce. A menopausa cirúrgica ocorre após a retirada dos ovários ou do útero. Quando aparece após os 55 anos, é intitulada menopausa tardia.

O que é menopausa precoce?

A maioria das mulheres entra na menopausa “natural” entre os 45 e 55 anos. A média é 51 anos de idade. Quando a menopausa surge antes dos 40 anos, dizemos que a mulher teve uma menopausa precoce, pois seus ovários entraram em falência mais cedo do que o habitual.

Ao contrário dos homens que produzem espermatozoides durante toda vida, as mulheres já nascem com uma quantidade contada de folículos ovarianos, que são os precursores dos óvulos. Em média, a mulher inicia a vida com 300 a 400 mil folículos ovarianos. Apesar de só liberar um óvulo por ciclo menstrual, o processo de maturação deste óvulo envolve o desenvolvimento de vários folículos ao mesmo tempo. No fim do processo, apenas um dos vários folículos torna-se maduro, dando origem ao óvulo. O restante involui e é desprezado pelo organismo.
Durante os 30 ou 40 anos de período fértil, a mulher consome todos os seus folículos, entrando na menopausa no momento em que já não possuir mais reserva de folículos ovarianos. Quando os ovários param de trabalhar, a mulher deixa de produzir hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona, e deixa de ovular, tornando-se infértil.

Além de lidar com os sintomas típicos da menopausa, como fogachos, secura vaginal e alterações de humor, muitas mulheres submetidas à menopausa precoce têm de lidar com problemas emocionais importantes, principalmente se uma gravidez ainda estava nos seus planos. Mulheres ainda sem filhos que recebem o diagnóstico de menopausa precoce podem ficar emocionalmente devastadas.

Sintomas da menopausa precoce

Ondas de calor ? os chamados fogachos atingem 80% das mulheres. As ondas aparecem subitamente e duram de 5 a 30 minutos, acompanhadas de suor intenso e desconforto, por isso é muito importante aprender com o livro sobrevivendo a menopausa como passar sem desconfortos nessa fase da vida.

  • Suores noturnos;
  • Irregularidade menstrual: o fluxo menstrual vai diminuindo progressivamente. De vez em quando pode tornar-se abundante, parar por alguns meses, reaparecendo depois em ciclos esparsos;
  • Ressecamento vaginal: sintoma que provoca desconforto especialmente durante as relações sexuais;
  • Diminuição da libido: a vontade de praticar sexo sofre uma perceptível redução;
  • Incontinência urinária: por perda de tônus da bexiga;
  • Dores de cabeça;
  • Alterações na pele e nos cabelos;
  • Insônia e cansaço;
  • Perda de memória;
  • Aumento de peso;
  • Perda de força muscular;
  • Perda de massa óssea, com decorrente risco de osteoporose;
  • Nervosismo, irritabilidade;
  • Alterações do humor;
  • Tensão, ansiedade;
  • Depressão;

Tratamento para menopausa precoce

A Reposição hormonal é o tratamento de escolha em casos de menopausa precoce, e é feito através do uso de medicamentos à base do hormônio estrogênio, responsável por regular o ciclo menstrual e prevenir complicações como osteoporose e doenças cardíacas, que são mais frequentes em mulheres com menopausa precoce.

Além disso, é importante praticar regularmente atividade física e fazer uma alimentação equilibrada, evitando o consumo de doces, gorduras e produtos processados como bacon, salsicha e comida congelada, para evitar o ganho de peso excessivo, e aumentar o consumo de alimentos integrais, sementes e produtos de soja na dieta, pois eles auxiliam na regulação hormonal.

As ondas de calor e outros sintomas podem ser evitados com alimentação saudável, prática de exercícios e controle do stress. Procure andar cerca de 45 minutos a uma hora todos os dias. Caminhar libera endorfinas, que provocam sensação de bem-estar, fixam o cálcio e combatem a obesidade. Evite alimentos gordurosos e prefira leite desnatado, queijo branco, ricota, iogurte, peixes, aves sem pele, carnes magras, frutas e alimentos ricos em fibras.

Com o declínio do estrógeno, há uma alteração na produção do hormônio masculino testosterona, que aumenta o apetite e leva ao acúmulo de gordura no abdome, que pode resultar em uma barriguinha inconveniente. É importante também hidratar bem o corpo. As fumantes devem pensar seriamente em largar o vício. Segundo um estudo de médicos do instituto de saúde pública norueguês e da Universidade de Oslo, na Noruega, fumar acelera a entrada na menopausa. Após avaliarem mais de 2 mil mulheres, os pesquisadores concluíram que o risco de antecipação da menopausa é proporcional aos anos de vício e ao número de cigarros.

Os sintomas da menopausa podem durar até 5 anos, e convenhamos que seria muito desagradavél passar por este período todo, sentindo todos os sintomas listados acima, por isso quero compartilhar com você aqui o ebook Sobrevivendo a menopausa.

Este livro vai lhe ajudar a driblar todos os sintomas da menopausa, inclusive vai lhe ajudar a sobreviver a ela sem ter que passar por nada disso.